
Palestra sobre burnout para empresas que querem prevenir o esgotamento antes que ele vire afastamento: entender o que é, reconhecer sinais e mudar o jeito de trabalhar e de liderar.

A Organização Mundial da Saúde incluiu o burnout na CID-11, em 2019, como fenômeno ocupacional: resultado de estresse crônico no trabalho que não foi bem gerenciado. Ou seja, ele nasce do jeito como o trabalho está organizado, e não de fraqueza de quem adoece.
Primeiro, tirando o cansaço do pedestal. A gente aprendeu a usar agenda lotada e cansaço como troféu, e é aí que o esgotamento se esconde. A palestra dá linguagem para as pessoas falarem disso e mostra práticas para o dia a dia.
O humor entra como proteção. Jessica Mesmer-Magnus, David Glew e Chockalingam Viswesvaran reuniram dezenas de estudos em 2012 e encontraram o humor no trabalho associado a mais desempenho e satisfação e a menos estresse e esgotamento. E em 2026 um estudo publicado na Humanities and Social Sciences Communications ligou o humor positivo do líder a menos burnout na equipe.
A descrição da CID-11 fala em três dimensões: exaustão, distanciamento mental do trabalho, com negativismo ou cinismo, e queda na eficácia profissional. No dia a dia do time, aparece assim:
Quem dá diagnóstico é profissional de saúde. O papel do time e do líder é perceber, acolher e encaminhar.
Mexendo no que adoece: sobrecarga, metas inalcançáveis, jornada sem pausa e falta de autonomia são riscos psicossociais que a NR-1 pede para a empresa gerenciar.
O líder previne quando cria um ambiente em que dá para dizer “não estou dando conta” sem medo, quando protege as pausas e quando usa o humor que aproxima. Veja também o treinamento de liderança humanizada.
A Organização Mundial da Saúde classifica o burnout na CID-11, desde 2019, como fenômeno ocupacional: resultado de estresse crônico no trabalho que não foi bem gerenciado. O diagnóstico de cada caso é sempre de um profissional de saúde.
Exaustão, distanciamento do trabalho com cinismo ou negativismo e queda na eficácia. No time, aparecem reuniões tensas, gente que não fala o que pensa, conflitos frios e erros que antes não aconteciam.
Reduzindo sobrecarga e metas impossíveis, protegendo pausas, dando autonomia e criando um ambiente em que dá para pedir ajuda sem medo. O humor que aproxima também protege.
São os fatores do próprio trabalho que adoecem quem trabalha: sobrecarga, metas inalcançáveis, jornada sem pausa, falta de autonomia, assédio, liderança tóxica e comunicação hostil. Não é frescura nem drama individual, é condição de ambiente. Tanto que a Organização Mundial da Saúde incluiu o burnout na CID-11, em 2019, classificado como fenômeno ocupacional, resultado de estresse crônico no trabalho mal gerenciado.
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Palestrante de humor corporativo, mestre de cerimônias e fundadora da Humorlab.