Metodologia

Inteligência HUMORcional®

Inteligência HUMORcional® é a metodologia criada por Maryana com Y que trata o humor como competência emocional treinável: o jeito de olhar para a vida e para o trabalho que ajuda a atravessar dias difíceis sem se destruir no caminho.

Maryana com Y no palco, com o nome Maryana com Y no telão
Humor é habilidade
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O que é Inteligência HUMORcional®

É a capacidade de usar o humor a favor da saúde emocional, das relações e do trabalho. Parte da tese que guia tudo o que a Maryana com Y faz: humor não é comédia. Comédia é performance e depende de talento para fazer rir. Humor é estado interno, e esse dá para desenvolver em qualquer pessoa, inclusive em quem jura que não tem graça nenhuma.

Christopher Peterson e Martin Seligman, ao catalogarem as forças de caráter humanas no livro Character Strengths and Virtues, de 2004, incluíram o humor entre as 24 forças, ao lado de gratidão, esperança e curiosidade.

Os quatro estilos de humor

O psicólogo Rod Martin, da Universidade de Western Ontario, mapeou em 2003 quatro estilos de humor. A Inteligência HUMORcional® treina os dois primeiros e ajuda a perceber os outros dois.

Afiliativo

O que aproxima as pessoas e alivia o clima sem ridicularizar ninguém. Protege a saúde mental.

Autoexpansivo

O que ajuda a manter a perspectiva diante do estresse e a rir da vida sem se diminuir. Protege a saúde mental.

Agressivo

O que ri às custas do outro. Ensina o time que o melhor é ficar calado. Adoece.

Autodepreciativo

O que se diminui para agradar. Parece leve, mas cobra caro. Adoece.

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Por que chamar de inteligência?

Porque bom humor não é sorte nem personalidade, é habilidade. O programa 7 Humor Habits, de Paul McGhee, foi testado por Ruch e colegas na Universidade de Zurique, em 2018, e aumentou o senso de humor e a satisfação com a vida dos participantes.

E o cérebro aprende com a repetição: neurônios que disparam juntos se ligam juntos, como propôs Donald Hebb em 1949. Cada vez que você escolhe olhar para um problema de outro ângulo, fortalece esse caminho.

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Como é aplicada na empresa?

Em palestras, workshops e programas para equipes e lideranças. Na prática, aparece em coisas simples:

  • a reunião tensa que alguém consegue destravar com leveza
  • o erro que vira aprendizado em vez de humilhação
  • o feedback que chega firme sem chegar cortante
  • o líder que ri de um erro próprio e mostra que errar é humano por ali

Perguntas frequentes

O que é Inteligência HUMORcional®?

É a metodologia da Maryana com Y que trata o humor como competência emocional treinável: o estado interno que ajuda a lidar com pressão, pessoas e erros sem se destruir no caminho. Não tem a ver com contar piada.

É diferente de inteligência emocional?

Conversa com ela. A inteligência emocional fala de perceber e regular emoções; a Inteligência HUMORcional® usa o humor que aproxima e protege como uma das ferramentas mais rápidas para fazer isso no dia a dia do trabalho.

Como é aplicada na empresa?

Em palestras, workshops e programas para equipes e lideranças, com práticas para destravar reuniões tensas, transformar erro em aprendizado e dar feedback firme sem ser cortante.

Qual a diferença entre humor e comédia no ambiente corporativo?

Comédia é performance, existe pra fazer o outro rir. Humor é estado interno, é o jeito de olhar pra vida e pro trabalho. Uma empresa não precisa de gente engraçada, precisa de gente que consiga atravessar um dia difícil sem se destruir no caminho. O psicólogo Rod Martin, da Universidade de Western Ontario, mapeou quatro estilos de humor em 2003: afiliativo e autoexpansivo, que protegem a saúde mental, e agressivo e autodepreciativo, que adoecem. Ou seja, humor no trabalho não é piada solta, é competência emocional treinável.

Humor no trabalho não é falta de profissionalismo?

É o contrário. Amy Edmondson, professora de Harvard, mostrou desde 1999 que os times de maior desempenho são os que têm segurança psicológica, o ambiente onde as pessoas conseguem errar, discordar e pedir ajuda sem medo de punição. Humor é uma das formas mais rápidas de construir isso. E riso é fenômeno social: o neurocientista Robert Provine, da Universidade de Maryland, observou que a gente ri cerca de trinta vezes mais na presença de outras pessoas do que sozinho. Rir junto é vínculo, e vínculo segura equipe.

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