
As dúvidas mais comuns de quem quer levar a Maryana com Y para a empresa: humor no trabalho, saúde mental e NR-1, formatos, tipos de evento e como funciona a contratação.

Comece pelo motivo. Uma palestra funciona melhor quando faz parte de algo maior: uma SIPAT, um programa de saúde mental, uma convenção com objetivo claro ou um plano de ação ligado à NR-1.
Palestra é gasto quando é só para cumprir agenda. É investimento quando é o início de uma conversa que a empresa decide continuar.
Comédia é performance, existe pra fazer o outro rir. Humor é estado interno, é o jeito de olhar pra vida e pro trabalho. Uma empresa não precisa de gente engraçada, precisa de gente que consiga atravessar um dia difícil sem se destruir no caminho. O psicólogo Rod Martin, da Universidade de Western Ontario, mapeou quatro estilos de humor em 2003: afiliativo e autoexpansivo, que protegem a saúde mental, e agressivo e autodepreciativo, que adoecem. Ou seja, humor no trabalho não é piada solta, é competência emocional treinável.
É o contrário. Amy Edmondson, professora de Harvard, mostrou desde 1999 que os times de maior desempenho são os que têm segurança psicológica, o ambiente onde as pessoas conseguem errar, discordar e pedir ajuda sem medo de punição. Humor é uma das formas mais rápidas de construir isso. E riso é fenômeno social: o neurocientista Robert Provine, da Universidade de Maryland, observou que a gente ri cerca de trinta vezes mais na presença de outras pessoas do que sozinho. Rir junto é vínculo, e vínculo segura equipe.
Emoções positivas não servem só pra passar o dia mais leve. A pesquisadora Barbara Fredrickson, da Universidade da Carolina do Norte, propôs em 2001 a teoria broaden-and-build: estados emocionais positivos ampliam o repertório de pensamento e ação, o que se traduz em mais criatividade, mais colaboração e melhor resolução de problemas. Time tenso repete o que já sabe. Time leve inventa.
São os fatores do próprio trabalho que adoecem quem trabalha: sobrecarga, metas inalcançáveis, jornada sem pausa, falta de autonomia, assédio, liderança tóxica e comunicação hostil. Não é frescura nem drama individual, é condição de ambiente. Tanto que a Organização Mundial da Saúde incluiu o burnout na CID-11, em 2019, classificado como fenômeno ocupacional, resultado de estresse crônico no trabalho mal gerenciado.
A NR-1 passou a exigir que as empresas identifiquem e gerenciem também os riscos psicossociais, e não só os físicos. Palestra nenhuma substitui inventário de risco, plano de ação ou laudo técnico, e quem promete isso está vendendo ilusão. O que eu faço entra na camada de prevenção e cultura: dar linguagem pras pessoas falarem do que sentem, treinar líderes pra enxergar sinais e transformar um tema pesado em conversa possível. Documento sem mudança de comportamento continua sendo papel na gaveta.
SIPAT, semana da saúde, convenção de vendas, kick-off de ano, encontro de líderes, Janeiro Branco, Setembro Amarelo, treinamentos de RH e eventos de integração. Faço presencial, online e híbrido, no Brasil e fora.
Palestra, workshop prático com o time, programa de liderança Light Lyder® e formação de humorologistas para quem quer levar isso pro próprio negócio.
É só chamar pelo formulário ou pelo WhatsApp com data, cidade, perfil do público e formato. A gente conversa antes pra entender o contexto da empresa, porque eu adapto o conteúdo pra realidade de vocês, e aí mando a proposta com valor e condições.
Palestrante e autora, com 10 anos de carreira no palco, mais de 900 empresas atendidas (entre elas iFood, Porsche, BMW, Nubank, Natura e Magazine Luiza) e mais de 1 milhão de pessoas impactadas. Palestrante TEDx, fundadora da Humorlab e criadora das metodologias Inteligência HUMORcional® e Happy Thinking®. Pós-graduada em Neurociências pela PUC-RS, graduada em Educação Física pelo Mackenzie, certificada como Chief Happiness Officer, pelo Action for Happiness e pelo programa Search Inside Yourself, do Google. Autora de Destrave sua Vida e coautora de Soft Skills, entre outros.
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Palestrante de humor corporativo, mestre de cerimônias e fundadora da Humorlab.