Medir o sucesso pela diversão é mais sério do que parece

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A ideia de que sucesso é só número, cargo e meta faz muita gente chegar “lá” sem energia para aproveitar o caminho. Este artigo apresenta uma provocação: e se a diversão, a leveza e o bom humor entrarem como indicadores sérios de sucesso, ajudando a construir resultados com mais saúde mental, criatividade e prazer na jornada, e não apenas na linha de chegada.

Deixamos de rir perto dos 23 anos

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Sério! Você leu certo, 23 anos! Quando os primeiros boletos começam a chegar, que a gente começa correr atrás de “ser importante”, eficiente e deixamos de olhar pra diversão e vida leve. Interessante pois, nessa fase, buscamos copiar e quais são os modelos de adultos de sucesso bem humorados?

Eu te desejo menos: como fazer menos sem se sentir menos ambicioso

Te desejo menos

“Eu te desejo menos” é um convite a questionar a ideia de que ambição é sempre querer mais, fazer mais e acumular mais conquistas. Em vez disso, o artigo propõe uma ambição mais madura: fazer menos com mais intenção, alinhando escolhas aos próprios valores, presença e saúde mental, sem confundir ritmo mais humano com falta de sonho ou preguiça.

Troque o “dar conta” por “dar limite”

zebras não tem ulceras

Durante muito tempo, a régua foi “dar conta de tudo”, mesmo que o preço fosse alto demais na saúde mental, no corpo e nas relações. Este artigo é um convite a trocar o “dar conta” por “dar limite”, usando a pergunta “isso é minha função ou minha culpa?” como filtro para dizer “sim” e “não” com mais consciência, protegendo a própria energia e construindo uma vida mais justa consigo mesmo.

Quando você desapendreu a descansar?

Quando você desapendreu a descansar

Vivemos em uma cultura que transformou até o descanso em tarefa de alta performance: lavamos louça ouvindo podcasts, respondemos mensagens no horário de almoço e chamamos isso de “aproveitar o tempo”. Neste artigo, a reflexão é sobre o momento em que desaprendemos a simplesmente descansar e como isso impacta o cérebro, a saúde mental e as relações, mostrando a necessidade de criar pausas verdadeiras, sem culpa, como estratégia de bem-estar e produtividade sustentável.

Você da oi para estranhos?

Vim palestrar em São Luís, e recebi de presente da união divina, dois encontros que me lembraram por que sair da bolha é progredir e não apenas de agenda e networking.