Deixamos de rir perto dos 23 anos

Sério! Você leu certo, 23 anos! Quando os primeiros boletos começam a chegar, que a gente começa correr atrás de “ser importante”, eficiente e deixamos de olhar pra diversão e vida leve. Interessante pois, nessa fase, buscamos copiar e quais são os modelos de adultos de sucesso bem humorados?
Eu te desejo menos: como fazer menos sem se sentir menos ambicioso

“Eu te desejo menos” é um convite a questionar a ideia de que ambição é sempre querer mais, fazer mais e acumular mais conquistas. Em vez disso, o artigo propõe uma ambição mais madura: fazer menos com mais intenção, alinhando escolhas aos próprios valores, presença e saúde mental, sem confundir ritmo mais humano com falta de sonho ou preguiça.
Troque o “dar conta” por “dar limite”

Durante muito tempo, a régua foi “dar conta de tudo”, mesmo que o preço fosse alto demais na saúde mental, no corpo e nas relações. Este artigo é um convite a trocar o “dar conta” por “dar limite”, usando a pergunta “isso é minha função ou minha culpa?” como filtro para dizer “sim” e “não” com mais consciência, protegendo a própria energia e construindo uma vida mais justa consigo mesmo.
Você quer planejar 2026 pra render mais… ou pra viver melhor?

Depois de um 2025 marcado pelo mantra do “aguenta firme”, surge a pergunta incômoda: 2026 vai ser pra render mais ou pra viver melhor. Este artigo provoca uma revisão profunda de metas, expectativas e limites, ajudando a planejar o novo ano com intencionalidade, foco no que faz sentido e coragem para deixar para trás o que só consome energia sem devolver vida.
Quando você desapendreu a descansar?

Vivemos em uma cultura que transformou até o descanso em tarefa de alta performance: lavamos louça ouvindo podcasts, respondemos mensagens no horário de almoço e chamamos isso de “aproveitar o tempo”. Neste artigo, a reflexão é sobre o momento em que desaprendemos a simplesmente descansar e como isso impacta o cérebro, a saúde mental e as relações, mostrando a necessidade de criar pausas verdadeiras, sem culpa, como estratégia de bem-estar e produtividade sustentável.
Urgente: já fechou o talk de janeiro branco?

“Ele não era um cara legal mas era genial”, ouvi isso agora do Kevin O´leary um sharl americano no podcast The diary of a ceo falando sobre o Steve Jobs e isso mexeu comigo, pois prezo pela sensação de bem-estar na vida e no trabalho. Relacionei que isso acontece o tempo todo em todo lugar até hoje, já reparou que ainda temos muito líderes que tratam as pessoas de qualquer jeito, são irônicos, arrogantes e ainda sim se mantém no cargo?
O limite entre ser bom e best@

Bondade sem limites vira abuso; dizer “não” também é cuidado. Veja como definir limites com leveza e liderança humanizada no dia a dia.
Se somos tão inteligentes, por que ainda somos tão infelizes?

Recentemente li um artigo que mexeu comigo, o biólogo Emiliano Bruner chama de “maldição do Homo sapiens” ou seja: nossa mente superinteligente que imagina, planeja e projeta… e nunca para de desejar. O desejo que tiraa gente do presente e nos leva para a tristeza mais rápido, mostrando o que nos falta.
Saber demais está te cansando? Neurociência, leveza e foco no trabalho

Durante anos, “transição de carreira” foi sinônimo de coragem, deixar um cargo, mudar de área, recomeçar do zero, era quase um ritual de passagem. Mas esse termo nasceu num mundo que já não existe: um mundo linear, hierárquico e previsível.
O bem‑estar agora tem código de barras? Reflita antes de “gamificar” sua saúde mental.

Na sociedade do cansaço, intensamente conectado é comum nos depararmos com a sensação de vazio no peito. Essa experiência, muitas vezes interpretada como um sentimento de desmotivação ou falta de propósito, pode ser explicada através da neurociência, pois os neurotransmissores como a serotonina e a dopamina são responsáveis por regular o humor, com os níveis baixos desses químicos podem levar a sentimentos de tristeza e vazio.