Eu te desejo menos: como fazer menos sem se sentir menos ambicioso

“Eu te desejo menos” é um convite a questionar a ideia de que ambição é sempre querer mais, fazer mais e acumular mais conquistas. Em vez disso, o artigo propõe uma ambição mais madura: fazer menos com mais intenção, alinhando escolhas aos próprios valores, presença e saúde mental, sem confundir ritmo mais humano com falta de sonho ou preguiça.
Troque o “dar conta” por “dar limite”

Durante muito tempo, a régua foi “dar conta de tudo”, mesmo que o preço fosse alto demais na saúde mental, no corpo e nas relações. Este artigo é um convite a trocar o “dar conta” por “dar limite”, usando a pergunta “isso é minha função ou minha culpa?” como filtro para dizer “sim” e “não” com mais consciência, protegendo a própria energia e construindo uma vida mais justa consigo mesmo.
Você quer planejar 2026 pra render mais… ou pra viver melhor?

Depois de um 2025 marcado pelo mantra do “aguenta firme”, surge a pergunta incômoda: 2026 vai ser pra render mais ou pra viver melhor. Este artigo provoca uma revisão profunda de metas, expectativas e limites, ajudando a planejar o novo ano com intencionalidade, foco no que faz sentido e coragem para deixar para trás o que só consome energia sem devolver vida.
Chega de confundir correria com propósito Dezembro chegando e a bateria está como?

Tá batendo a canseira de final de ano, né? A bateria já não dura muito fora da tomada … e nem to falando do cansaço do “dormi mal ontem”, mas aquele do modo premium turbo plus: corpo sem energia, mente aberta com 27 abas diferentes e alma pedindo atualização do sistema.
O limite entre ser bom e best@

Bondade sem limites vira abuso; dizer “não” também é cuidado. Veja como definir limites com leveza e liderança humanizada no dia a dia.
Se somos tão inteligentes, por que ainda somos tão infelizes?

Recentemente li um artigo que mexeu comigo, o biólogo Emiliano Bruner chama de “maldição do Homo sapiens” ou seja: nossa mente superinteligente que imagina, planeja e projeta… e nunca para de desejar. O desejo que tiraa gente do presente e nos leva para a tristeza mais rápido, mostrando o que nos falta.
Saber demais está te cansando? Neurociência, leveza e foco no trabalho

Durante anos, “transição de carreira” foi sinônimo de coragem, deixar um cargo, mudar de área, recomeçar do zero, era quase um ritual de passagem. Mas esse termo nasceu num mundo que já não existe: um mundo linear, hierárquico e previsível.
Férias: A Estrutura Invisível do Sucesso Profissional

Na sociedade do cansaço, intensamente conectado é comum nos depararmos com a sensação de vazio no peito. Essa experiência, muitas vezes interpretada como um sentimento de desmotivação ou falta de propósito, pode ser explicada através da neurociência, pois os neurotransmissores como a serotonina e a dopamina são responsáveis por regular o humor, com os níveis baixos desses químicos podem levar a sentimentos de tristeza e vazio.
Cansado de fingir seriedade? A neurociência PROVA que leveza dá resultado (e salva sua mente).

Na sociedade do cansaço, intensamente conectado é comum nos depararmos com a sensação de vazio no peito. Essa experiência, muitas vezes interpretada como um sentimento de desmotivação ou falta de propósito, pode ser explicada através da neurociência, pois os neurotransmissores como a serotonina e a dopamina são responsáveis por regular o humor, com os níveis baixos desses químicos podem levar a sentimentos de tristeza e vazio.
Não aceita o bom humor? Sua cultura está doente

Na sociedade do cansaço, intensamente conectado é comum nos depararmos com a sensação de vazio no peito. Essa experiência, muitas vezes interpretada como um sentimento de desmotivação ou falta de propósito, pode ser explicada através da neurociência, pois os neurotransmissores como a serotonina e a dopamina são responsáveis por regular o humor, com os níveis baixos desses químicos podem levar a sentimentos de tristeza e vazio.