Eu te desejo menos: como fazer menos sem se sentir menos ambicioso

“Eu te desejo menos” é um convite a questionar a ideia de que ambição é sempre querer mais, fazer mais e acumular mais conquistas. Em vez disso, o artigo propõe uma ambição mais madura: fazer menos com mais intenção, alinhando escolhas aos próprios valores, presença e saúde mental, sem confundir ritmo mais humano com falta de sonho ou preguiça.
Quando você desapendreu a descansar?

Vivemos em uma cultura que transformou até o descanso em tarefa de alta performance: lavamos louça ouvindo podcasts, respondemos mensagens no horário de almoço e chamamos isso de “aproveitar o tempo”. Neste artigo, a reflexão é sobre o momento em que desaprendemos a simplesmente descansar e como isso impacta o cérebro, a saúde mental e as relações, mostrando a necessidade de criar pausas verdadeiras, sem culpa, como estratégia de bem-estar e produtividade sustentável.
Urgente: já fechou o talk de janeiro branco?

“Ele não era um cara legal mas era genial”, ouvi isso agora do Kevin O´leary um sharl americano no podcast The diary of a ceo falando sobre o Steve Jobs e isso mexeu comigo, pois prezo pela sensação de bem-estar na vida e no trabalho. Relacionei que isso acontece o tempo todo em todo lugar até hoje, já reparou que ainda temos muito líderes que tratam as pessoas de qualquer jeito, são irônicos, arrogantes e ainda sim se mantém no cargo?
Chega de confundir correria com propósito Dezembro chegando e a bateria está como?

Tá batendo a canseira de final de ano, né? A bateria já não dura muito fora da tomada … e nem to falando do cansaço do “dormi mal ontem”, mas aquele do modo premium turbo plus: corpo sem energia, mente aberta com 27 abas diferentes e alma pedindo atualização do sistema.
O limite entre ser bom e best@

Bondade sem limites vira abuso; dizer “não” também é cuidado. Veja como definir limites com leveza e liderança humanizada no dia a dia.
Se somos tão inteligentes, por que ainda somos tão infelizes?

Recentemente li um artigo que mexeu comigo, o biólogo Emiliano Bruner chama de “maldição do Homo sapiens” ou seja: nossa mente superinteligente que imagina, planeja e projeta… e nunca para de desejar. O desejo que tiraa gente do presente e nos leva para a tristeza mais rápido, mostrando o que nos falta.
O que acontece quando o maior evento de RH do Brasil encontra a maior empresa de tecnologia do país?

Na sociedade do cansaço, intensamente conectado é comum nos depararmos com a sensação de vazio no peito. Essa experiência, muitas vezes interpretada como um sentimento de desmotivação ou falta de propósito, pode ser explicada através da neurociência, pois os neurotransmissores como a serotonina e a dopamina são responsáveis por regular o humor, com os níveis baixos desses químicos podem levar a sentimentos de tristeza e vazio.
Pare de almoçar na sua mesa e seja mais feliz

Na sociedade do cansaço, intensamente conectado é comum nos depararmos com a sensação de vazio no peito. Essa experiência, muitas vezes interpretada como um sentimento de desmotivação ou falta de propósito, pode ser explicada através da neurociência, pois os neurotransmissores como a serotonina e a dopamina são responsáveis por regular o humor, com os níveis baixos desses químicos podem levar a sentimentos de tristeza e vazio.
Mattering: o ROI invisível do engajamento

Na sociedade do cansaço, intensamente conectado é comum nos depararmos com a sensação de vazio no peito. Essa experiência, muitas vezes interpretada como um sentimento de desmotivação ou falta de propósito, pode ser explicada através da neurociência, pois os neurotransmissores como a serotonina e a dopamina são responsáveis por regular o humor, com os níveis baixos desses químicos podem levar a sentimentos de tristeza e vazio.
Já sentiu uma pressão no trabalho por ser feliz? Uma defesa em prol dos tímidos

Na sociedade do cansaço, intensamente conectado é comum nos depararmos com a sensação de vazio no peito. Essa experiência, muitas vezes interpretada como um sentimento de desmotivação ou falta de propósito, pode ser explicada através da neurociência, pois os neurotransmissores como a serotonina e a dopamina são responsáveis por regular o humor, com os níveis baixos desses químicos podem levar a sentimentos de tristeza e vazio.